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Beleza que prospera negócios e transforma vidas.

Uma marca que inspira beleza, promove prosperidade e conduz mulheres rumo a realização pessoal através do empreendedorismo.

Empresária fatura R$ 10 milhões com depilação e prevê crescimentos de 20% em 2023; Exportação da sua cera soma R$ 600 mil por ano

Há quem diga que o mercado da depilação corporal com cera não tenha muita procura, mas a empresária Poliana Sicchieri mostrou que esse é um conceito totalmente errôneo. Após largar o sonho de se tornar uma cabeleireira bem-sucedida, para se tornar uma empresária de sucesso, a partir da criação de uma cera própria patenteada e exclusiva no Brasil, Poliana conseguiu fazer R$ 1 milhão em vendas, logo nos primeiros anos em que ingressou nesse universo.

Hoje, além de possuir dois salões de beleza e ajudar outras depiladoras a conquistar a prosperidade e independência financeira, a empresária também aposta na exportação do seu produto, que diga se passagem, é um sucesso lá fora.

“Começamos devagar no ano de 2015 e depois aceleramos o crescimento no ano de 2022. Hoje a Cera Marroquina está presente na Europa, Turquia, Japão e Estados Unidos, com uma representação de 6,5% do faturamento bruto, totalizando um Faturamento de aproximadamente R$ 600 mil por ano”, conta Poliana Sicchieri.

Com um faturamento anual que chega aos R$ 10 milhões, Poliana projeta expandir em 20% esse valor e, para as exportações, o crescimento deve ser de 10%.

VENDIA ROUPAS PRÓPRIAS PARA COMPRAR COMIDA

Antes de prosperar e de desenvolver uma marca de cosmético, Poliana Sicchieri passou por algumas dificuldades em sua vida, quando criança e adolescente. “Eu saí da casa da minha mãe e fui morar com meu pai em Batatais/SP. Alguns meses depois, meu pai tinha uma casinha bem simples e precária em um bairro mais afastado na cidade, e lá fomos morar eu e esse namorado. Essa foi a pior, mas também a melhor fase da minha vida. Foi ali que eu aprendi a crescer”, relembra a depiladora.

Já teve que mentir sobre algumas informações para conseguir um emprego em uma loja de um shopping em Ribeirão Preto. “Na época eu recebia R$ 160, mas como eu precisei dizer que morava em Ribeirão Preto para conseguir a vaga e eles só me pagavam o vale-transporte da cidade, eu ainda tinha de desembolsar mais R$ 100 por mês para me locomover de Batatais a Ribeirão, ou seja, sempre faltava dinheiro para as coisas. Alguns meses eu pegava duas ou três peças de roupas, que eu já tinha muito pouco, para vender em um brechó e conseguir o dinheiro para fazer uma refeição por dia, até o próximo pagamento cair”, conta Poliana.

Foi demitida, pois seu chefe disse que não fazia sentido deixá-la ali, porque ela tinha potencial e ficar ali não iria acarretar em nada na vida dela. “Essa foi a demissão mais dolorosa e mais importante da minha vida. Minha única condição era não voltar para casa da minha mãe, mas eu não consegui… precisei ligar e dizer que não sabia o que fazer”, lembra a empresária.

DE CABELEIREIRA A EMPRESÁRIA MILIONÁRIA

Foi no ano de 2000 que Poliana já havia feito um curso de cabelereira, afinal, esse era o sonho dela, quando ligou para mãe, ouviu que um amigo poderia ajudá-la, afinal, ele era dono de um salão “muito badalado”, até então.

“Minha mãe me levou para o salão do Cidis [falecido marido], na época eu tinha 17 anos. Ela disse a ele que eu iria trabalhar ali, mas ele estava falido, não tinha nenhum cliente para atender. Eu tinha três meses de seguro-desemprego e minha mãe disse que eu trabalharia de graça e, depois desse período, ela iria me ajudar a abrir um negócio para mim, eu topei e foi assim que comecei a ganhar experiência e a conviver com o Cidis”, explica Poliana, que logo se apaixonou pelo mentor de vida (como a mesma diz) e decidiu ajudá-lo a recuperar a fama e clientes que já tinha tido.

“Eu abandonei a escola, não fazia sentido eu perder quatro horas da minha vida sendo que eu podia estar escrevendo cartas para enviar e captar clientes. Eu panfletava todos os dias, até apareceram algumas pessoas, mas nada que nos ajudasse naquele momento”, conta Poliana, que inclusive estava atendendo uma dessas poucas clientes e teve sua energia cortada, não podendo finalizar o serviço e deixando a mulher ir embora sem nenhum procedimento, momento em que percebeu que precisa fazer algo para mudar de vida.

Segundo a fundadora da Cera Marroquina, “depois desse episódio, foi aí que eu e o Cidis nos sentamos, batemos as mãos na mesa e dissemos basta. Eu comecei a vasculhar a vida do Cidis e encontrei uma agenda de uma equipe de depilação que havia trabalhado com ele e que fabricava a própria cera de mel e ela era lotada”.

Foi nesse momento que Poliana e Cidis enxergaram a oportunidade e investiram todos os esforços nessa área. “Uma cliente foi, gostou da cera e indicou para outras pessoas. Em três meses a minha agenda estava lotada, não estávamos dando conta de tanta gente, precisamos contratar pessoas”, relembra a empresária, que após anos de muito trabalho e dedicação, construiu um império a partir da depilação com cera.          

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